terça-feira, 24 de julho de 2012

Frente Fria

Frente Fria


 Frente Fria é a fronteira que separa duas massas de ar - uma quente, que perde espaço, e outra fria, que avança. Trata-se de um mecanismo natural da atmosfera para compensar diferenças de temperatura no planeta. Quem nunca amaldiçoou uma frente fria por ter arruinado o fim de semana que atire a primeira pedra! "As mais severas podem gerar quedas de até 10ºC em apenas uma hora", afirma o meteorologista Ricardo de Camargo, da Universidade de São Paulo (USP). Avançando com velocidades de até 30 km/h, o ar frio e seco, mais denso, empurra a massa quente e leve para cima. Se houver umidade suficiente, a passagem da frente causa chuvas intensas, com direito a granizo, raios e trovões. No Brasil, as regiões mais atingidas pelo fenômeno são o Sudeste e o Sul, onde também podem ocorrer geadas. "A maioria das frentes frias se origina nas latitudes médias, no extremo sul do continente", diz Marcelo Seluchi, meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
 Com seu avanço, as frentes perdem energia e velocidade e o contato com o solo quente reduz o frio das massas de ar. "Por isso, é raro uma frente fria chegar até o Nordeste", afirma Marcelo. Não se pode evitá-las, mas já dá para se preparar melhor contra essas baforadas geladas da atmosfera. Hoje, a meteorologia consegue prever com cinco dias de antecedência a chegada de uma frente fria no país.

Geisse Ritter

Trovão

Trovão


 O trovão é uma onda sonora provocada pelo aquecimento do canal principal durante a subida da descarga de retorno. Devido a alta variação de temperatura no canal, e a subsequente variação da pressão a sua volta, o ar aquecido se expande e gera duas ondas: a primeira é uma violenta onda de choque supersônica, com velocidade várias vezes maior que a velocidade do som no ar e que nas proximidades do local da queda é um som inaudível para o ouvido humano; a segunda é uma onda sonora de grande intensidade a distâncias maiores. Essa constitui o trovão audível.
  A duração dos trovões é calculada com base na diferença entre as distâncias do ponto mais próximo e do ponto mais afastado do canal do relâmpago ao observador. Por causa dessa variação de caminhos, o som chega aos nossos ouvidos em instantes diferentes. Em média, eles podem durar entre 5 e 20 segundos.
 Os abrigos devem ser procurados em caso indícios de tempestade. Deve ser evitada proximidade com a água e objetos altos, metálicos e eletrodomésticos, mesmo dentro de casa. Ao ar livre, o lugar mais seguro para ficar em caso de raios é dentro de um objeto metálico fechado, como um carro ou avião.

Geisse Ritter

Raio

Raio



 Um raio é uma descarga elétrica que se produz pelo contato entre nuvens de chuva ou entre uma destas nuvens e a terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago.
 Existem três tipos de raios classificados pela sua origem, também menos comumente chamados descargas iônicas ou atmosféricas:
  • Da nuvem para o solo.
  • Do solo para a nuvem.
  • Entre nuvens.
 O aquecimento do ar causa a expansão explosiva dos gases atmosféricos ao longo da descarga elétrica, resultando numa violenta onda de choque, composta de compressão e rarefacção, que interpretados como "trovão".

 Uma tempestade típica produz três ou quatro descargas por minuto, em média.
Toda camada de ozônio existente em volta do planeta foi formada utilizando-se da energia dos raios.

Geisse Ritter


Chuva

Chuva


 A chuva é um fenômeno metereológico que consiste na queda de gotas de água no estado líquido sobre a superfície da terra. Ela é formada nas nuvens.

 Tipos de Chuva:
-Chuvas frontais: é causada pelo encontro de massa fria com outra quente.
-Chuvas de convecção ou convectivas: é provocada pela intensa evapotranspiração de superfícies úmidas e aquecidas. Esta chuva é conhecida também como pancadas de chuva ou torós.
-Chuvas orográficas: ocorrem quando os ventos úmidos se elevam e se resfriam pelo encontro de uma barreira montanhosa.

Geisse Ritter

Mar Morto

O Mar Morto tem esse nome devido à grande quantidade de sal por ele apresentada, dez vezes superior à dos demais oceanos, donde decorre a escassez de vida em suas águas, havendo apenas alguns tipos de arqueobactérias e algas. Qualquer peixe que seja transportado pelo Rio Jordão morre imediatamente, assim que deságua neste lago de água salgada. A sua água é composta por vários tipos de sais, alguns dos quais só podem ser encontrados nesta região do mundo. Em termos de concentração, e em comparação com a concentração média dos restantes oceanos em que o teor de sal, por 100 ml de água, não passa de 3 g, no Mar Morto essa taxa é de 30 a 35 g de sal por 100 ml de água, ou seja, dez vezes superior.

Thais Rodrigues

Glória da Manhã

 Trata-se de um rarotipode nuvem que pode se estender por até 1000 km de comprimento. São vistas em poucos lugares, como na Austrália durante a primavera. Os cientistas ainda não estão certos sobre como essas longas nuvens cilíndricas se formam, mas acreditam que o choque entre correntes de ar marítimas geram o fenômeno. Estas nuvens podem se mover a mais de 60 km/h.


Thais Rodrigues

Icebergs listrados

Icebergs na área da Antártida por vezes têm listras, formada por camadas de neve que reagem a diferentes condições. Listras azuis são muitas vezes criados quando uma rachadura no iceberg enche com meltwater(agua no estado de fusão) e congela se esta é rica em algas, pode formar uma faixa verde. Castanho, preto e linhas amarelas.


Thais Rodrigues